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20 de outubro de 2009

torno a existir


Escadas Selarón, Rio de Janeiro
Foto de Alberto Guimarães

na rua
sem resistir

me chamam

torno a existir

Paulo Leminsky
in Caprichos & Relaxos

6 de agosto de 2009

Enseada de Botafogo


Foto de Alberto Guimarães

No Rio de Janeiro vive-se sempre perto do deslumbramento. Final de tarde na Enseada de Botafogo.

23 de julho de 2009

Rio de Janeiro surpreendente


Foto de Alberto Guimarães

O Rio sempre a surpreender em cada momento, em cada cambiante de luz.

19 de julho de 2009

Cinelândia


Foto de Alberto Guimarães

A leveza do Rio. A Cinelândia vista do bar do Cinema Odeon.

15 de julho de 2009

Céu


Foto de Alberto Guimarães

O céu do Rio de Janeiro continua lindo. Apesar do Inverno. Avenida Presidente Antônio Carlos, ontem à tarde.

13 de julho de 2009

Rio Zona Norte (2)


Foto de Alberto Guimarães

E outra imagem, esta mais solar, de Del Castilho.

8 de julho de 2009

Rio Zona Norte (1)


Foto de Alberto Guimarães

Rio de Janeiro, Zona Norte: visão parcial de Del Castilho.

Rio, Centro





Fotos de Alberto Guimarães

Centro do Rio: a vertigem da luz de fim de tarde de Inverno na Largo da Carioca e Rua Uruguaiana.

Rio cartão-postal



Fotos de Alberto Guimarães

Rio cartão-postal: Lagoa Rodrigues de Freitas e praia de Copacabana.

2 de julho de 2009

Rua Nascimento Silva, 107




Fotos de Alberto Guimarães

A Galena continua nas ruas do Rio de Janeiro.
Inverno carioca nada frio (para mim) e cheio de dias de sol. Missão cumprida em Ipanema, manhã já passada, dou de frente com a placa azul que indica a Rua Nascimento Silva. Que fazer se não seguir na rua e espreitar o edifício número 107? Pois. Rua Nascimento e Silva, cento e sete, você ensinando prá Elizeth, as canções de "Canção do Amor Demais".

8 de junho de 2009

Olhando


Foto de Alberto Guimarães

Vivo em Lisboa porque gosto da luz, e porque no Rio é impossível escrever, você fica olhando o tempo inteiro.
António Loboa Antunes, entrevista ao Segundo Caderno de O Globo, 05/06/2009.

4 de junho de 2009

Floresta da Tijuca


Foto de Alberto Guimarães

Anoitecer na Floresta da Tijuca, sabido é, a maior floresta urbana do mundo.

Há um murmúrio na floresta

Há um murmúrio na floresta,
Há um murmúrio e não há já.
Há um murmúrio e nada resta
Do murmúrio que ainda está
No ar a parecer que há.

É que a saudade faz viver,
E faz ouvir, e ainda ver,
Tudo o que foi e acabará
Antes que lembre de o que esquecer
Como a floresta esquece já.

Fernando Pessoa 8-3-1931

Pixinguinha


Foto de Alberto Guimarães

Travessa do Ouvidor - Reduto do Pixinguinha. Aqui sem a estátua mas com o espírito de Pixinguinha.

Rio Centro




Fotos de Alberto Guimarães

Mais percursos cariocas da Galena: Feira da Praça XV, Travessa do Comércio e de novo a Praça de Santa Rita.

3 de junho de 2009

Rio de Janeiro. Percursos



Fotos de Alberto Guimarães

Outros dois percursos da Galena no Rio de Janeiro: Praia do Pepino e Estrada Barra-Tijuca com a Rocinha ao fundo.

1 de junho de 2009

Arco-íris


Foto de Alberto Guimarães

Para abrir o mês de Junho, o arco-íris de ontem no final do dia sobre o Recreio dos Bandeirantes, RJ.

28 de maio de 2009

Rio de Janeiro. A esperar o elevador.



Fotos de Alberto Guimaraães
Galena buliçosa também enquanto espera o elevador: Avenida Rio Branco e Igreja e Largo de Santa Rita (vista de edifício na Presidente Vargas)

Corcovado


Foto de Alberto Guimarães
Bulício no Corcovado. Fotografar de perto o Redentor é preciso.

26 de maio de 2009

Rio de Janeiro



Fotos de Alberto Guimarães
A Galena a colorir Maio em Copacabana. Na cabeça as palavras de Drummond:
(...)
Rio, mágico, dás uma cabriola,
teu desenho no ar é nítido como os primeiros grafismos (...)

29 de abril de 2006

Caixa de Sapatos


Uma caixa de sapatos representa o que cabe na palma de uma mão. Ao envelhecer, procuramos nos despertencer, nos despojar, vamos diminuindo as malas, as bagagens, o trânsito, o próprio espaço do corpo. Ficamos reduzidos ao essencial. A partir da lembrança do desejo, pode reconstruir-se todo o desejo, arder sem querer, sem data e sem alarme. Numa pequena caixa de papelão, há carvões de memória que julgamos parados mas que se acendem com a respiração próxima. Uma caixa de sapatos representa um auto-roubo. Furtamos da nossa própria casa para dar um sentido pessoal à existência, um modo de justificar que não vivemos em vão, que preservamos uma reserva de intimidade e de desconhecido.

Fabrício Carpinejar em entrevista à revista 6ª, Diário de Notícias, 07/04/06 a propósito do lançamento em Portugal do livro Caixa de Sapatos (Quasi). Carpinejar tem um site http://www.carpinejar.com.br/ e mantém o blog http://carpinejar.blogger.com.br/