13 de janeiro de 2013

Visões do Porto (32)


Foto de Alberto Guimarães
Ponte da Arrábida, Porto. Feliz 2013!

6 de dezembro de 2012

Niemeyer

Oscar Niemeyer, 1907-1912. Mestre Niemeyer.

1 de dezembro de 2012

Visões do Porto (31)

Foto de Alberto Guimarães
Não se pode estar sempre de pernas estendidas. Teatro do Campo Alegre.

4 de setembro de 2012

De pernas estendidas

Foto de Alberto Guimarães

A Galena ainda de pernas estendidas.

23 de agosto de 2012

1 de abril de 2011

O sol da primavera


Foto de Alberto Guimarães
A casa portuguesa agora com porta de alumínio. Mas tem ainda um S. José de azulejos mais o sol da Primavera. Penafiel, terça-feira de manhã.

17 de fevereiro de 2011

Letargo


Foto de Alberto Guimarães

Maio. Afinal era maio. O tempo distendia-se por fim. Uma breve teoria: há certos movimentos que apenas são possíveis depois do início da primavera. Durante a invernia, o corpo esquece-os, míngua, endurece como as árvores. Em maio, o corpo endurece como as árvores. Em maio, o corpo recorda esses movimentos, julga reaprendê-los e, ao fazê-lo, redescobre a sua verdadeira natureza. É por isso que se fala de renascer na primavera, é por isso que as pessoas se apaixonam e é por isso que crescem plantas. Esses movimentos são simples, todas as pessoas os sabem fazer. Ao serem empreendidos, dão lugar a multidões desgovernadas de sequências que, no fim da sua acção, acendem o sol.
in Livro, José Luís Peixoto, Quetzal, 2010.

A Galena em letargo.

24 de outubro de 2010

Indústria nacional


Eternecedor. Quando a indústria nacional produzia. Maravilhas.
Rádio Nacional, 18/02/1950. Clique na imagem para aumentar.

16 de outubro de 2010

Ausência


Foto de Alberto Guimarães

Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.

Carlos Drummond de Andrade

1 de agosto de 2010

A importância das águas


Foto de Alberto Guimarães

Jardim de S. Lázaro. Um lago que aproxima vidas. Ou inventa vidas.

21 de junho de 2010

Verão!


Comemorar a entrada do Verão. Claro que a Galena não deixaria também de fazer isso.

26 de maio de 2010

Os anjos


Foto de Alberto Guimarães

Os anjos permanecem nas cidades. Lisboa, Rua da Madalena.

1 de maio de 2010

1º de Maio


Foto de Alberto Guimarães

1º de Maio. Hoje a cidade não está parada. Dá pequenos passos.

24 de abril de 2010

Pombas, pontas de cigarro


Foto de Alberto Guimarães

Pombas e pontas de cigarro na Rua da Alegria, Porto.

13 de abril de 2010

Retro



Não vale pena clicar neste anúncio, não é uma publicidade AdSense mas sim mais uma exaltação retro. As bicicletas da Auto-Lusitania publicitadas na revista portuguesa Rádio Nacional, dada à estampa em 13/01/1946.

11 de abril de 2010

Auto da Páscoa no Bolhão















Fotos de Alberto Guimarães

Este blog não é a Gazeta do Bolhão. Mas não há como resistir a publicar estas fotos da passagem pelo mercado da visita pascal aos comerciantes, efectuada pela Paróquia de Santo Ildefonso e à qual o Presidente da Junta se juntou. O Mercado do Bolhão e o centro da cidade num momentâneo desenfado, terça-feira passada.

9 de abril de 2010

Visões do Porto (30)


Foto de Alberto Guimarães

Não estamos aqui para enganar alguém (e a grua também não o permitia), mas mesmo numa foto já não muito recente, aqui fica uma visão da Praça de Carlos Alberto.

3 de abril de 2010

A tarde


Foto de Alberto Guimarães

As tardes que vão ser e terão sido
são uma só, inconcebivelmente.
São um claro cristal, só e doente,
inacessível ao tempo e a seu olvido.
são os espelhos dessa tarde eterna
que em um céu eterno se entesoura.
Naquele céu estão o peixe, a aurora,
a balança, a espada e a cistena.
Um e cada arquétipo. Assim Plotino
nos ensina em seus livros, que são nove;
bem pode ser que o que a nossa vida move
seja um reflexo fugaz do divino.
A tarde elemental ronda a casa.
A de ontem, a de hoje, a que não passa.

Jorge Luis Borges, Os Conjurados, tradução de Pepe Escobar.

26 de março de 2010

Espanto


A Igualdade entre Mulheres e Homens é um princípio constitucional consagrado e, uma das tarefas fundamentais do Estado Português que deve, não só garantir o Direito à Igualdade, mas também, assumir a sua promoção. Esta é assim, uma obrigação de todos os poderes públicos, nomeadamente da Administração Pública Central e Local e, consequentemente, de todas as pessoas que asseguram o serviço público.
Isto pode-se ler no portal da Secretaria de Estado da Igualdade. Todavia, deparei a semana passada com este anúncio chancelado pelo Ministério da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento, e publicado no jornal Destak. Para fazer passar uma louvável mensagem de alerta aos consumidores, usam-se lugares-comuns de um sexismo rançoso. Na patusca família do anúncio, as questões económicas, primordiais, são preocupação do pai/marido. Já a esposa/mãe tem inquietações relacionadas com a manutenção da casa e com as compras. E as crianças? A menina dedica-se com entusiasmo aos toques, SMS e por aí vai, enquanto o rapaz, proto-homem de acção com as calças rompidas, mostra também já valor intelectual e sensatez ao se interessar por jogos e brincadeiras seguras. Repare-se que a senhora da casa tem um aspecto elegante, enquanto o cavalheiro se permite apresentar uma rotunda catadura.
Afinal, há neste anúncio um reflexo de realidades ainda existentes, apesar de várias décadas o separarem dos spots da Família Prudêncio. O que nele me espanta é o desconchavo de ser veiculado por órgãos tutelados por um governo que até tem desenvolvido acções que contribuem para se conseguir uma efectiva igualdade. Como é possível um anúncio destes ser aprovado num briefing e chegar aos meios?

24 de março de 2010

Visões do Porto (29)


Foto de Alberto Guimarães

Rua Miguel Bombarda, hoje no final do dia.